Sobre o Imagus

De onde vem o nome Imagus?

De imago:

Significa o último estágio da metamorfose de um inseto, a forma adulta que
emerge da pupa ou o estágio adulto e reprodutor dele.

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Princípios

O Imagus Recovery espelha a sua atuação, e tem como inspiração, o modelo de acompanhamento psicossocial da ABRE (Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Esquizofrenia), ONG que reúne pessoas possuem crenças e valores em comuns na causa da superação desse transtorno mental. Nesse sentido, reiteramos que o mantra: “o ser humano é muito maior do que a doença e é na compreensão de suas forças e potenciais que podemos alcançar a melhoria de sua qualidade de vida”.

Objetivo

Para que essa meta seja atingida, deve-se considerar que o apoio e tratamento da doença mental é um processo diário, contínuo, respeitando a individualidade de complexidade de cada um. Cada pessoa tem um uma jornada e uma possibilidade de caminho e bem-aventurança, virtuoso, no sentido de se encontrar e se afinar com o “Eu Interior”, alinhado com a centelha divina dentro de cada um, que se interrelaciona com o Cosmos.

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Metodologia

O Imagus Recovery, através de sua experiência vivencial e acadêmico- profissional, tem o compromisso ético com cada pessoa, e seus entes próximos, que padecem do sofrimento de se ter uma doença mental grave, atuando de forma proativa no sentido de promover o reestabelecimento para se readquirir a alegria de viver. Procura-se implementar um incremento na qualidade de vida de todas as pessoas envolvidas, direta ou indiretamente, com o transtorno mental, em se reduzindo o estigma e proporcionando um valor existencial para elas.

Conheça o Coordenador

Presidente da ABRE (Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Esquizofrenia), especialista em recovery de saúde mental e suporte de pares, com ampla experiência na gestão de organizações sem fins lucrativos, planejamento estratégico, desenvolvimento organizacional e networking. Graduado em engenharia civil pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), MBA pela University of Southern Mississippi (EUA), com ênfase em economia internacional. Atualmente finalizando um mestrado acadêmico no Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM / Unifesp) e membro do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas da Universidade Federal de Santa Catarina (GPPS-UFSC). Fundador do grupo de apoio aos usuários da ABRE, palestrante da Comunidade de Fala (CDF-SP) e coordenador das oficinas artístico-culturais do Laboratório de Criação Casa Azul (LACCA-ABRE). Co-fundador da Rede Recovery Brasil, rede que reúne pesquisadores de diferentes áreas da saúde mental, promovendo a recovery de pessoas que possuem diferentes transtornos mentais, sendo também formado em criação e ilustração pela Escola Panamericana de Arte, participando de vernissages e exposições artístico-culturais, tanto como coordenador quanto como participante.

Diário de um paciente

Apesar dos surtos e dos medicamentos, os portadores de esquizofrenia conseguem ter uma vida normal

Mesmo com todo apoio e conquistas da medicina na área psiquiátrica, a vida de um paciente de esquizofrenia não é fácil. Vou tentar relatar o meu dia a dia e minha experiência como portador de transtorno esquizoafetivo, um tipo de esquizofrenia com viés de bipolaridade…

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